segunda-feira, 6 de agosto de 2018
terça-feira, 24 de julho de 2018
5 dicas de alimentação para aliviar o estresse no dia a dia
Situações de estresse estão cada vez mais frequentes no dia a dia das pessoas, seja por conta do trabalho, uma noite mal dormida ou mesmo, problemas familiares. Por conta disso, é fundamental ter uma vida saudável e uma alimentação para aliviar o estresse.
Para evitar que o estresse tenha consequências mais perigosas, é importante manter uma alimentação equilibrada, como explica a nutricionista Patrícia Ruffo. “Ingerir alimentos como verduras verde-escuras, que são ricas em vitaminas, ácido fólico e fibras, além de proteínas magras, como peixes e aves, contribui para a redução e o combate dos possíveis efeitos do estresse porque conseguem reduzir os níveis de inflamação do corpo”.
Apesar de ser muito difícil de controlar, saber lidar com o estresse é fundamental para a saúde. Ficar estressado durante longos períodos pode gerar problemas físicos e emocionais, segundo a especialista. Por isso, é importante reconhecer os sinais de estresse e tratá-los o quanto antes.
Descansar, fazer exercícios e se alimentar com qualidade são algumas opções. “Muitas vezes não nos damos conta, mas a boa alimentação pode ser muito eficaz para combater os efeitos negativos desse que é um dos principais problemas da modernidade”, afirma a especialista.
Confira 6 passos para desintoxicar o organismo
De acordo com Patrícia, em uma pesquisa recente realizada pela Associação Americana de Psicologia, boa parte dos entrevistados (75%) relata ter tido pelo menos um sintoma de estresse no período de um mês. Esses fatores estressantes levam ao desenvolvimento de comportamentos nada saudáveis. Alguns deles são insônia (42%) ou até comer demais e ingerir alimentos que não são saudáveis (33%). Segundo ela, quando equilibrado, o estresse pode até ajudar a curar o corpo. Fora de controle, é capaz de danificar os órgãos.
Veja dicas de alimentação para aliviar o estresse, tanto na mente quanto no corpo:
Preste atenção em sua alimentação
Ingerir alimentos ricos em compostos anti-inflamatórios, como salmão e atum, antioxidantes, polifenóis e carotenoides. Como por exemplo: chocolate amargo, verduras verde-escuras, pimentões coloridos e vinho.
Opte pela comida caseira
Para a nutricionista, comer em casa geralmente aumenta as chances de ter uma dieta saudável, já que permite controlar os ingredientes das refeições. “Uma forma de manter uma dieta saudável é ter sempre alimentos frescos e nutritivos à mão. Muitos deles podem ser congelados ou desidratados, como castanhas, frutas e cereais ricos em fibras”, recomenda.
Pratique exercícios físicos
Embora o estresse às vezes possa dificultar a atividade física, a prática do exercício quando nos sentimos estressados é mais importante do que em qualquer outra ocasião. “A atividade física libera endorfinas e reduz os níveis de adrenalina e cortisol, ajudando a diminuir o estresse mental”, comenta. Patrícia explica que endorfinas são substâncias químicas cerebrais que dão aos corredores aquela “euforia” e permitem que seus corpos relaxem.
Durma o suficiente
Um estudo publicado no The American Journal of Human Biology revelou que sono inadequado altera a secreção de hormônios que estimulam a fome, fazendo com que a vontade de comer aumente além do necessário. “Esse é um dos motivos que faz o indivíduo comer demais quando está estressado e sem dormir”, explica. Patrícia ainda lembra que é recomendado dormir entre sete e oito horas por noite.
Beba mais água e menos café
De acordo com a especialista, a cafeína pode piorar a resposta ao estresse. “Embora um pouco de café possa ajudar, o ideal é beber água ao longo do dia”, recomenda.
Livrar-se do estresse pode não parecer uma tarefa fácil, mas é possível evitá-lo com pequenas mudanças no estilo de vida. Um dos primeiros passos é manter um hábito de vida saudável em conjunto com uma dieta balanceada. Além disso, técnicas de respiração podem ser grandes aliadas contra os efeitos que o estresse é capaz de causar.
Fonte: entrefarma.com.br
segunda-feira, 2 de julho de 2018
terça-feira, 26 de junho de 2018
Confira as doenças mais comuns do inverno e como evitá-las
As pessoas mais propícias a sofrer com estas doenças são as crianças e os idosos, por terem o sistema imune mais fragilizado. O período de maior proliferação dos microorganismos pode variar de acordo com a região do Brasil, já que no Sul e Sudeste os meses mais frios podem variar de maio a outubro, enquanto que no Norte e Nordeste os meses entre abril e junho há mais chances de chuva e queda das temperaturas.

1. Resfriados e gripes
Os gripes são infecções das vias respiratórias superiores, como nariz e garganta, causadas por vírus do tipo Influenza, e provocam sintomas como febre de cerca de 37,8ºC, secreção nasal, coriza, dor de garganta e dor nos músculos e articulações, que dura cerca de 5 a 7 dias.
Já os resfriados são o mesmo tipo de infecção, porém mais branda, causada por vírus como adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório, e provoca sintomas tipo coriza, espirros, dor de garganta e conjuntivite, que duram uma média de 3 a 5 dias.
Como tratar: não existe um tratamento específico para gripes e resfriados, sendo necessário a realização de repouso, uso de anelgésicos para aliviar a dor, além de descongestionantes e lavagem nasal para fluidificar e remover as secreções.
2. Rinite alérgica
A rinite alérgica é a inflamação da mucosa que reveste o nariz, causada por reação alérgica, que provoca sintomas como espirros, coriza e coceira no nariz, sintomas que podem durar de alguns minutos até vários dias. A substância que provoca alergia varia para cada pessoa, sendo, geralmente, o pólen de plantas, poeira, ácaros ou pêlos de animais.
Como tratar: esta doença é crônica e não tem cura, entretanto existem tratamentos que podem ajudar a tratar e controlar os seus sintomas, como anti-histamínicos, corticóides nasais e, principalmente, evitar o contato com as substâncias alérgicas. Saiba mais sobre as principais opções de tratamento para a rinite alérgica.
3. Sinusite
A sinusite é a inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor do nariz, causando sintomas como dor na região da face, secreção nasal e dor de cabeça, e pessoas que já tem um grau de rinite alérgica têm maior tendência a desenvolver esta inflamação.
Esta doença é causada, principalmente por infecções virais, por vírus de gripes e resfriados, e por alergias, sendo somente uma pequena parte causada por bactérias. Confira como identificar os sintomas de cada tipo de sinusite.
Como tratar: costuma ser orientado pelo médico o uso de anti-histamínicos, anti-inflamatórios, descongestionantes e lavagem nasal com solução salina, estando indicado o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção por bactérias.

4. Pneumonia
A pneumonia acontece quando a inflamação e infecção das vias respiratórias atingem os pulmões, geralmente, causadas por bactérias, vírus ou, mais raramente, fungos. Os sintomas da pneumonia incluem tosse com catarro amarelo ou esverdeado, febre de cerca de 38ºC ou mais e calafrios, e, se a infecção for grave, pode causar também falta de ar, dificuldade para respirar e respiração ofegante.
Como tratar: o tratamento depende da causa, na maioria das vezes feito com antibióticos e analgésicos em casa, com orientação médica. Em casos mais graves, em que há sinais de alerta, como oxigenação do sangue prejudicada, confusão mental ou insuficiência dos rins, por exemplo, pode ser necessária internação para realização de remédios na veia ou uso de oxigênio.
5. Otite
É a infecção que costuma acontecer por vírus ou bactérias que infectam a garganta e migram até o ouvido. Esta infecção pode causar dor no local, febre e produção de secreção, e é mais comum em crianças.
Como tratar: geralmente, o médico orienta o uso de analgésicos, como Paracetamol ou Ibuprofeno, sendo feito o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção bacteriana.
6. Asma
Crises de asma acontecem em pessoas predispostas, que têm doença inflamatória dos pulmões, e podem ser desencadeadas por fatores alérgicos, como frio e poeira, por exemplo. Estas crises são mais comum em crianças, apesar de também acontecerem em adultos, e causam sintomas como chiados no peito, falta de ar e tosse.
Como tratar: o tratamento é feito com orientações dos pneumologista, que pode envolver uso de broncodilatadores e corticóides, por exemplo. Entenda melhor como identificar e tratar a asma.
7. Meningite
A meningite é a infecção das membranas que envolvem o cérebro por vírus, bactérias, fungos e parasitas, e provoca sintomas que podem surgir de forma repentina, com febre alta, dor de cabeça forte, dores no corpo e vômitos.
É mais comum em crianças, entretanto pode acontecer em adultos, transmitida através do contato com gotículas de saliva do indivíduo contaminado através da tosse, espirro ou fala. Entenda o que é a meningite e como se proteger.
Como tratar: o tratamento depende do tipo de microorganismo causador, podendo ser o uso de antibióticos injetáveis, como Penicilina, analgésicos e anti-inflamatórios, orientados pelo médico.

Como evitar as doenças comuns do inverno
Para se proteger e evitar estas doenças, recomenda-se:
Evitar locais fechados e com excesso de pessoas;
Deixar o ambiente o mais ventilado e arejado possível;
Lavar ou higienizar com álcool as mãos várias vezes ao dia, principalmente após estar em locais públicos;
Cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço de papel descartável;
Comer bem e de forma saudável, com dieta rica em frutas e verduras, pois são ricos em antioxidantes e minerais que ajudam a melhorar a imunidade;
Beber cerda de 2 litros de água por dia;
Evitar ir com frequência de forma desnecessária ao pronto-socorro, pois é um ambiente com alta probabilidade de contaminação;
Evitar o contato próximo com outras pessoas, quando se estiver resfriado, principalmente idosos e recém-nascidos.
Além disso, é recomendada a vacinação anual contra a gripe, capaz de proteger contra os principais vírus causadores de gripe no período. Esta vacinação é especialmente importante para pessoas com maior risco para o desenvolvimento de quadros mais graves de gripe e pneumonia viral, como idosos, crianças, gestantes, diabéticos e portadores de doenças pulmonares, cardíacas ou auto-imunes.
Fonte: tuasaude.com
terça-feira, 12 de junho de 2018
segunda-feira, 14 de maio de 2018
O outono requer mais atenção com a saúde
Nesse período, tanto crianças quanto adultos sofrem de problemas respiratórios, com destaque para asma, rinite e gripe e, não raramente, conjuntivite. Usar umidificador de ar pode ajudar a diminuir as dificuldades respiratórias, mas apenas esse recurso não é capaz de repelir doenças. Outras dicas importantes são:
Consumir líquidos - especialmente água - para manter os níveis de hidratação do corpo.
Evitar permanecer por muito tempo em locais fechados e, se possível, deixar janelas e portas abertas para facilitar a circulação do ar.
Ter uma alimentação balanceada para evitar que o corpo fique mais propenso a possíveis contaminações.
Lavar as mãos constantemente e, sempre que possível, usar álcool em gel para completar a higienização.
Utilize hidratante para o rosto e corpo, pois a pele seca fica suscetível a rachaduras e irritações.
Fonte: gndi.com.br
terça-feira, 8 de maio de 2018
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