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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

3 atitudes contra o câncer de próstata



Você já ouviu a expressão “um homem prevenido vale por dois”? Certas atitudes podem ser decisivas para não sofrer com o tumor de próstata, que afeta quase 70 mil brasileiros todo ano. Homem que é homem precisa conhecê-las!

1) Perder (ou manter) o peso 

Como os quilos a mais já foram associados pela Organização Mundial da Saúdea diversos tipos de câncer, estudiosos passaram a cogitar a hipótese de o excesso de peso também estar por trás de tumores na próstata. Pesquisadores de dois hospitais de Pequim, na China, constataram, num estudo com 3,5 milhões de pessoas, que o índice de massa corporal ajuda a prever o grau de mortalidade do problema. Quanto mais gordurinhas, maior será o risco de tumor ser mais agressivo.

2) Dormir direito 

A melatonina é o hormônio que regula nosso relógio biológico – ela é produzida em larga escala à noite, principalmente quando estamos no escuro e com a cabeça no travesseiro. A carência dessa molécula desequilibra o corpo inteiro. Num trabalho realizado por universidades da Islândia e dos Estados Unidos, os cientistas estabeleceram uma relação entre a falta de melatonina e tumores graves na próstata.

3) Vencer o medo do urologista 

Metade dos marmanjos do nosso país nunca visitou esse médico, de acordo com um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia. A entidade recomenda que os exames preventivos contra o câncer de próstata comecem aos 45 anos para negros ou sujeitos com histórico familiar e aos 50 para os demais.

Fonte: saude.abril.com.br

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Cuidados simples podem combater a hipertensão arterial


Quase um quarto da população adulta brasileira possui hipertensão arterial, de acordo com o último levantamento realizado pelo Ministério da Saúde. A diretora do Departamento de Análise de Situação em Saúde, Deborah Malta, explica que a hipertensão arterial é responsável por provocar infarto e derrame.

Para combater a hipertensão arterial é preciso manter medidas simples de prevenção, como adotar uma alimentação saudável e praticar atividade física regularmente.

Conheça 6 causas que prejudicam a saúde do coração

“A dica é manter alimentação diversificada, redução do sal dos alimentos, tanto no preparo quanto na escolha dos alimentos industrializados. Além disso, verificar a composição dos alimentos, preferindo os com menor teor de sal. O estímulo à prática da atividade física regular também é fundamental”, diz a diretora.

Para os médicos do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), os hipertensos devem tomar alguns cuidados simples, como reduzir o consumo de sal, evitar temperos industrializados e dar preferência a frutas ricas em potássio. “O ideal é comer peixe ao menos duas vezes por semana e optar por carnes brancas ou magras de boi. Também é importante beber leite desnatado e derivados”, comenta a especialista.

Confira as recomendações do INC para combater a hipertensão arterial:

Pratique exercícios físicos com orientação médica. A atividade deve ser realizada por 40 minutos, cinco vezes por semana. Intercalar pequenas corridas com caminhadas, fazer hidroginástica ou utilizar esteira e bicicleta ergométricas auxiliam na melhora do condicionamento físico. Hipertensos podem se exercitar desde que apresentem exames clínicos, eletrocardiogramas, testes ergométricos e exames de sangue atualizados;

Mantenha o organismo hidratado. Além de água, beba sucos naturais e água de coco;

Cuide da alimentação: receitas simples, como saladas e pratos leves, não aumentam o colesterol e são fáceis de serem preparadas em casa. Alguns alimentos liberados: queijo minas, peito de peru, requeijão light, ricota, passas, cenoura, beterraba, damasco, salsa, cebolinha, alho, abacaxi, melancia, melão, pêra, maçã, tangerina e castanhas;

Somente faça dietas com acompanhamento nutricional. Desconfie de regimes milagrosos que prometem perda de peso em poucos dias. Além de não ser um hábito saudável, parar de comer enfraquece o organismo e pode provocar hipoglicemia, ou seja, perda de açúcar no sangue;

Aprenda a controlar o estresse. Caminhadas diárias de no mínimo 30 minutos podem virar boas aliadas.

Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 24 de julho de 2018

5 dicas de alimentação para aliviar o estresse no dia a dia


Situações de estresse estão cada vez mais frequentes no dia a dia das pessoas, seja por conta do trabalho, uma noite mal dormida ou mesmo, problemas familiares. Por conta disso, é fundamental ter uma vida saudável e uma alimentação para aliviar o estresse.

Para evitar que o estresse tenha consequências mais perigosas, é importante manter uma alimentação equilibrada, como explica a nutricionista Patrícia Ruffo. “Ingerir alimentos como verduras verde-escuras, que são ricas em vitaminas, ácido fólico e fibras, além de proteínas magras, como peixes e aves, contribui para a redução e o combate dos possíveis efeitos do estresse porque conseguem reduzir os níveis de inflamação do corpo”.

Apesar de ser muito difícil de controlar, saber lidar com o estresse é fundamental para a saúde. Ficar estressado durante longos períodos pode gerar problemas físicos e emocionais, segundo a especialista. Por isso, é importante reconhecer os sinais de estresse e tratá-los o quanto antes.

Descansar, fazer exercícios e se alimentar com qualidade são algumas opções. “Muitas vezes não nos damos conta, mas a boa alimentação pode ser muito eficaz para combater os efeitos negativos desse que é um dos principais problemas da modernidade”, afirma a especialista.

Confira 6 passos para desintoxicar o organismo

De acordo com Patrícia, em uma pesquisa recente realizada pela Associação Americana de Psicologia, boa parte dos entrevistados (75%) relata ter tido pelo menos um sintoma de estresse no período de um mês. Esses fatores estressantes levam ao desenvolvimento de comportamentos nada saudáveis. Alguns deles são insônia (42%) ou até comer demais e ingerir alimentos que não são saudáveis (33%). Segundo ela, quando equilibrado, o estresse pode até ajudar a curar o corpo. Fora de controle, é capaz de danificar os órgãos.

Veja dicas de alimentação para aliviar o estresse, tanto na mente quanto no corpo:

Preste atenção em sua alimentação

Ingerir alimentos ricos em compostos anti-inflamatórios, como salmão e atum, antioxidantes, polifenóis e carotenoides. Como por exemplo: chocolate amargo, verduras verde-escuras, pimentões coloridos e vinho.

Opte pela comida caseira

Para a nutricionista, comer em casa geralmente aumenta as chances de ter uma dieta saudável, já que permite controlar os ingredientes das refeições. “Uma forma de manter uma dieta saudável é ter sempre alimentos frescos e nutritivos à mão. Muitos deles podem ser congelados ou desidratados, como castanhas, frutas e cereais ricos em fibras”, recomenda.

Pratique exercícios físicos

Embora o estresse às vezes possa dificultar a atividade física, a prática do exercício quando nos sentimos estressados é mais importante do que em qualquer outra ocasião. “A atividade física libera endorfinas e reduz os níveis de adrenalina e cortisol, ajudando a diminuir o estresse mental”, comenta. Patrícia explica que endorfinas são substâncias químicas cerebrais que dão aos corredores aquela “euforia” e permitem que seus corpos relaxem.

Durma o suficiente

Um estudo publicado no The American Journal of Human Biology revelou que sono inadequado altera a secreção de hormônios que estimulam a fome, fazendo com que a vontade de comer aumente além do necessário. “Esse é um dos motivos que faz o indivíduo comer demais quando está estressado e sem dormir”, explica. Patrícia ainda lembra que é recomendado dormir entre sete e oito horas por noite.

Beba mais água e menos café

De acordo com a especialista, a cafeína pode piorar a resposta ao estresse. “Embora um pouco de café possa ajudar, o ideal é beber água ao longo do dia”, recomenda.

Livrar-se do estresse pode não parecer uma tarefa fácil, mas é possível evitá-lo com pequenas mudanças no estilo de vida. Um dos primeiros passos é manter um hábito de vida saudável em conjunto com uma dieta balanceada. Além disso, técnicas de respiração podem ser grandes aliadas contra os efeitos que o estresse é capaz de causar.

Fonte: entrefarma.com.br

terça-feira, 26 de junho de 2018

Confira as doenças mais comuns do inverno e como evitá-las

As principais doenças do inverno são as doenças respiratórias transmissíveis, como resfriados e gripes, além do agravamento de outras como rinite, asma, sinusite, otite e pneumonia, pois este período favorece a circulação de vírus e bactérias, já que a temperatura fica mais baixa, o ar fica mais seco e há uma maior tendência em ficar em ambientes fechados.

As pessoas mais propícias a sofrer com estas doenças são as crianças e os idosos, por terem o sistema imune mais fragilizado. O período de maior proliferação dos microorganismos pode variar de acordo com a região do Brasil, já que no Sul e Sudeste os meses mais frios podem variar de maio a outubro, enquanto que no Norte e Nordeste os meses entre abril e junho há mais chances de chuva e queda das temperaturas.



1. Resfriados e gripes

Os gripes são infecções das vias respiratórias superiores, como nariz e garganta, causadas por vírus do tipo Influenza, e provocam sintomas como febre de cerca de 37,8ºC, secreção nasal, coriza, dor de garganta e dor nos músculos e articulações, que dura cerca de 5 a 7 dias.

Já os resfriados são o mesmo tipo de infecção, porém mais branda, causada por vírus como adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório, e provoca sintomas tipo coriza, espirros, dor de garganta e conjuntivite, que duram uma média de 3 a 5 dias.

Como tratar: não existe um tratamento específico para gripes e resfriados, sendo necessário a realização de repouso, uso de anelgésicos para aliviar a dor, além de descongestionantes e lavagem nasal para fluidificar e remover as secreções.

2. Rinite alérgica

A rinite alérgica é a inflamação da mucosa que reveste o nariz, causada por reação alérgica, que provoca sintomas como espirros, coriza e coceira no nariz, sintomas que podem durar de alguns minutos até vários dias. A substância que provoca alergia varia para cada pessoa, sendo, geralmente, o pólen de plantas, poeira, ácaros ou pêlos de animais.

Como tratar: esta doença é crônica e não tem cura, entretanto existem tratamentos que podem ajudar a tratar e controlar os seus sintomas, como anti-histamínicos, corticóides nasais e, principalmente, evitar o contato com as substâncias alérgicas. Saiba mais sobre as principais opções de tratamento para a rinite alérgica.

3. Sinusite

A sinusite é a inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor do nariz, causando sintomas como dor na região da face, secreção nasal e dor de cabeça, e pessoas que já tem um grau de rinite alérgica têm maior tendência a desenvolver esta inflamação.

Esta doença é causada, principalmente por infecções virais, por vírus de gripes e resfriados, e por alergias, sendo somente uma pequena parte causada por bactérias. Confira como identificar os sintomas de cada tipo de sinusite.

Como tratar: costuma ser orientado pelo médico o uso de anti-histamínicos, anti-inflamatórios, descongestionantes e lavagem nasal com solução salina, estando indicado o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção por bactérias.



4. Pneumonia

A pneumonia acontece quando a inflamação e infecção das vias respiratórias atingem os pulmões, geralmente, causadas por bactérias, vírus ou, mais raramente, fungos. Os sintomas da pneumonia incluem tosse com catarro amarelo ou esverdeado, febre de cerca de 38ºC ou mais e calafrios, e, se a infecção for grave, pode causar também falta de ar, dificuldade para respirar e respiração ofegante.

Como tratar: o tratamento depende da causa, na maioria das vezes feito com antibióticos e analgésicos em casa, com orientação médica. Em casos mais graves, em que há sinais de alerta, como oxigenação do sangue prejudicada, confusão mental ou insuficiência dos rins, por exemplo, pode ser necessária internação para realização de remédios na veia ou uso de oxigênio.

5. Otite

É a infecção que costuma acontecer por vírus ou bactérias que infectam a garganta e migram até o ouvido. Esta infecção pode causar dor no local, febre e produção de secreção, e é mais comum em crianças.

Como tratar: geralmente, o médico orienta o uso de analgésicos, como Paracetamol ou Ibuprofeno, sendo feito o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção bacteriana.

6. Asma

Crises de asma acontecem em pessoas predispostas, que têm doença inflamatória dos pulmões, e podem ser desencadeadas por fatores alérgicos, como frio e poeira, por exemplo. Estas crises são mais comum em crianças, apesar de também acontecerem em adultos, e causam sintomas como chiados no peito, falta de ar e tosse.

Como tratar: o tratamento é feito com orientações dos pneumologista, que pode envolver uso de broncodilatadores e corticóides, por exemplo. Entenda melhor como identificar e tratar a asma.

7. Meningite

A meningite é a infecção das membranas que envolvem o cérebro por vírus, bactérias, fungos e parasitas, e provoca sintomas que podem surgir de forma repentina, com febre alta, dor de cabeça forte, dores no corpo e vômitos.

É mais comum em crianças, entretanto pode acontecer em adultos, transmitida através do contato com gotículas de saliva do indivíduo contaminado através da tosse, espirro ou fala. Entenda o que é a meningite e como se proteger.

Como tratar: o tratamento depende do tipo de microorganismo causador, podendo ser o uso de antibióticos injetáveis, como Penicilina, analgésicos e anti-inflamatórios, orientados pelo médico.



Como evitar as doenças comuns do inverno

Para se proteger e evitar estas doenças, recomenda-se:
Evitar locais fechados e com excesso de pessoas;
Deixar o ambiente o mais ventilado e arejado possível;
Lavar ou higienizar com álcool as mãos várias vezes ao dia, principalmente após estar em locais públicos;
Cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço de papel descartável;
Comer bem e de forma saudável, com dieta rica em frutas e verduras, pois são ricos em antioxidantes e minerais que ajudam a melhorar a imunidade;
Beber cerda de 2 litros de água por dia;
Evitar ir com frequência de forma desnecessária ao pronto-socorro, pois é um ambiente com alta probabilidade de contaminação;
Evitar o contato próximo com outras pessoas, quando se estiver resfriado, principalmente idosos e recém-nascidos.

Além disso, é recomendada a vacinação anual contra a gripe, capaz de proteger contra os principais vírus causadores de gripe no período. Esta vacinação é especialmente importante para pessoas com maior risco para o desenvolvimento de quadros mais graves de gripe e pneumonia viral, como idosos, crianças, gestantes, diabéticos e portadores de doenças pulmonares, cardíacas ou auto-imunes.

Fonte: tuasaude.com

segunda-feira, 14 de maio de 2018

O outono requer mais atenção com a saúde


Outono é uma estação marcada por mudanças repentinas de temperatura, característica que, somada à baixa umidade do ar, contribui para a proliferação de doenças ocasionadas por vírus.

Nesse período, tanto crianças quanto adultos sofrem de problemas respiratórios, com destaque para asma, rinite e gripe e, não raramente, conjuntivite. Usar umidificador de ar pode ajudar a diminuir as dificuldades respiratórias, mas apenas esse recurso não é capaz de repelir doenças. Outras dicas importantes são:

Consumir líquidos - especialmente água - para manter os níveis de hidratação do corpo.

Evitar permanecer por muito tempo em locais fechados e, se possível, deixar janelas e portas abertas para facilitar a circulação do ar.

Ter uma alimentação balanceada para evitar que o corpo fique mais propenso a possíveis contaminações.

Lavar as mãos constantemente e, sempre que possível, usar álcool em gel para completar a higienização.

Utilize hidratante para o rosto e corpo, pois a pele seca fica suscetível a rachaduras e irritações.

Fonte: gndi.com.br

terça-feira, 10 de abril de 2018

Hepatite C: uma doença silenciosa


A hepatite C é uma doença transmitida pelo vírus C e acomete 71 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, estima-se que 1,5 milhão de brasileiros tenham essa doença e não sabem.

Grande parte dos pacientes apresentam lesões graves no fígado, a cirrose, mas além dos danos hepáticos, a doença pode causar depressão e diabetes e estudos mostram que ela aumenta o risco de infartos e doenças cardíacas.

Pacientes infectados pelo vírus C por mais de seis meses, comum em cerca de 80% dos casos, podem evoluir para a forma crônica e sofrer de cirrose hepática e câncer de fígado.

Transmissão


As formas de transmissão da hepatite C são transfusão de sangue, compartilhamento de seringas e agulhas para uso de drogas, assim como lâminas de barbear, depilar, alicates de unha e objetos cortantes em geral, além de tatuagens e colocação de piercings.

O vírus C também pode ser transmitido de mãe para filho durante a gestação, mas o risco de contaminação é de apenas 6%. Outra forma possível é durante a relação sexual desprotegida.

Sintomas

A Hepatite C é tida como uma doença silenciosa, pois nem sempre os sintomas são percebidos.

Os sintomas mais comuns são cansaço, tontura, enjoo, vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Queixas gastrointestinais, perda de apetite, intolerância ao álcool e dores na região do fígado também são sinais de alerta.

Como não são claros, os sintomas da hepatite C podem ser confundidos com uma gripe, sendo que o portador crônico do vírus C pode não apresentar nenhum quadro anormal, mas estar com uma cirrose ou cancro hepático.

Por isso, é importante manter a frequência de exames de rotina que podem detectar não só a hepatite do tipo C, mas também os tipos A e a B. O diagnóstico precoce também favorece a eficácia no tratamento.

Tratamento 

O tratamento da hepatite C depende do tipo do vírus (genótipo) e do comprometimento do fígado (fibrose). Para isso, é necessária a realização de exames específicos, como biópsia hepática nos pacientes sem evidências clínicas de cirrose e exames de biologia molecular.

Prevenção

Não há vacina contra a Hepatite C. A melhor forma de prevenir a doença é evitando compartilhar com outras pessoas seringas, agulhas, objetos cortantes e de uso pessoal, além de manter relações sexuais sem preservativos.

Mulheres grávidas precisam fazer, no pré-natal, exames para detectar as hepatites B e C, AIDS e a sífilis, para evitar a transmissão de mãe para filho. Caso os exames deem positivo, é preciso seguir recomendações médicas sobre o tipo de parto e amamentação, pois fissuras no seio da mãe pode permitir a passagem de sangue.

Diagnóstico

O teste para diagnóstico de hepatite C pode ser realizado em qualquer posto de saúde do país. É obtido por meio da análise de uma gota de sangue extraída de uma picada na ponta do dedo.

Fonte: gndi.com.br

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Vai começar a folia...🎭

Entre alguns cuidados, é sempre bom lembrar:
>> Se for beber, não dirija.
>> Se for dirigir, não se esqueça de utilizar o cinto de segurança.
>> Previna-se contra doenças sexualmente transmissíveis. Use preservativo.
A Entrefarma Farmácia Solução deseja que você tenha o melhor Carnaval! 


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Evite a insolação e cuide bem de seu corpo nas férias


Para muitas pessoas, o verão é tempo de descansar, já que o dia demora mais para terminar e o sol brilha forte no céu. Mas, sem os devidos cuidados, esse descanso pode virar um verdadeiro pesadelo. Nosso corpo fica mais quente e pode sofrer com insolação.

O clínico geral Paulo Mascarenhas explica que o problema é causado quando nosso corpo perde a capacidade de controlar a temperatura. ”Nós temos um fator térmico que faz a gente suar quando está calor e tremer quando está frio. No quadro de insolação, nosso corpo fica incapaz de controlar isso devido ao ambiente muito quente”, explica.

O especialista alerta que o perigo em si não está no sol, e sim na temperatura. ”Muitas pessoas acham que o problema é a exposição, mas não é bem assim. É claro que o sol direto atrapalha, mas essa dificuldade é consequência do calor excessivo. Mesmo que a pessoa fique na sombra, por exemplo, ela pode sofrer a insolação”.

Mascarenhas aponta alguns sinais que o nosso organismo apresenta nesses casos. Segundo ele, a insolação mais leve pode apresentar sinais de náuseas, dores de cabeça e cansaço. Além disso, como na maioria dos casos o paciente fica sem se hidratar, a urina fica espessa e ele vai poucas vezes ao banheiro’.

Tratamento e cuidados com a insolação

O clínico geral acrescenta que alguns cuidados devem ser tomados durante o verão, principalmente em dias de passeio como praias, clubes e cachoeiras. ”A pessoa deve evitar ficar no sol o tempo todo, ingerir bastante líquido e, de tempo em tempo, tomar uma ducha para resfriar o corpo. Para as pessoas no dia a dia, uma boa dica é um spray de água que ajuda a refrescar”, recomenda o especialista.

A insolação é tratável e segundo o médico, depende do nível do problema. ”A insolação pode ser muito séria, porque o corpo começa a funcionar de uma forma diferente do normal. A pressão cai e o coração fica fraco. Por isso é sempre recomendado que se procure um profissional, principalmente depois de um dia de muito sol. Em alguns casos, o paciente vai precisar de medicamento por meio das vias venosas para hidratação. Em outros, colocamos o paciente em uma banheira com gelo para controlar a temperatura”, conclui.

Fonte: entrefarma.com.br

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Saiba como aproveitar as férias e sair da rotina


Com o final do ano, vem a época para descansar, curtir os passeios com a família e aproveitar as férias. Para sair da rotina e curtir o seu descanso merecido, a dica é organizar e planejar os dias para aproveitar as férias da melhor maneiras. Converse com amigos e familiares e peça dicas de lugares que eles já visitaram.

Se for viajar, não deixe para decidir 15 dias antes o seu destino de férias. Os preços estarão exorbitantes e você não terá tempo de programar o roteiro. Uma viagem bem planejada é melhor aproveitada, reduzindo o risco de pagar mais caro e não conseguir desfrutar o momento.

Estudar também é uma opção

Fazer um curso novo ou de atualização também é uma maneira de aproveitar. Muitas instituições dão cursos gratuitos durante as férias. Dê uma olhada na programação da sua cidade.

Se você não pretende estudar de maneira mais séria, ler livros também pode ser interessante. Às vezes quem não tem condição de viajar fica entediado em casa, mas os livros podem levar para lugares mágicos sem nem percebermos que estamos dentro de casa. Ver séries e filmes com amigos e em família também é são passatempos interessantes, que aproximam ainda mais as pessoas.

Alimentação e exercícios para aproveitar as férias

Muitas pessoas deixam de fazer atividades físicas e passam bastante tempo dormindo ou na frente da televisão. É possível aproveitar as férias com uma boa dose de descanso, mas movimentar o corpo também é fundamental.

As férias são um momento muito interessante para descobrir qual exercício te agrada mais. Muitas pessoas querem passar longe de atividades físicas durante as férias, mas se exercitar pode ser uma ótima maneira de passar o tempo e aproveitar as férias.

Com a falta de rotina, é comum pular refeições ou comer em horários diferentes. Procure manter a disciplina para não prejudicar o seu organismo. Acordar tarde e ainda pular o café da manhã pode deixar você com menos energia para aproveitar as férias e ainda prejudicar a sua disposição quando retornar ao trabalho.

Fonte: Entrefarma, Universia.com e Globo.com

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Novembro Azul: mês de conscientização sobre o câncer de próstata


Novembro é o mês de maior atenção sobre a conscientização e a prevenção do câncer de próstata, no chamado novembro azul. Foi escolhido como mês oficial de conscientização sobre o câncer de próstata, pois 17/11 é o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata. O “Azul” veio da cor oficial usada como símbolo de combate à doença.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma), segundo o INCA. Em valores absolutos, é o quarto tipo mais comum e o segundo mais incidente entre os homens.

Idade do diagnóstico do câncer de próstata

O câncer de próstata ocorre principalmente em homens mais velhos. Cerca de 6 em cada 10 casos são diagnosticados em homens com mais de 65 anos. A doença dificilmente é diagnosticada antes dos 40 anos. A média de idade no momento do diagnóstico é de cerca de 66 anos.

Recomenda-se que a prevenção passe a ser feita a partir dos 45 anos se existe risco elevado para o surgimento do câncer. Se não houver histórico de casos de câncer de próstata na família, o homem deve visitar o urologista anualmente a partir dos 50 anos e realizar os exames.

Converse sempre com seu urologista sobre o tema, tirando dúvidas e quebrando preconceitos. Lembre-se que a detecção precoce do câncer de próstata pode salvar a sua vida!

Sobre o exame de toque

A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto.

O exame físico (de toque) é realizado pelo médico e dura apenas 10 segundos. Tem como objetivo analisar a consistência da próstata, o tamanho e se existem lesões palpáveis através do reto na glândula. Esse exame ainda gera muita polêmica e, talvez por isso, a conscientização sobre a gravidade da doença seja tão necessária. É preciso acabar com o preconceito que ainda existe em muitos homens.

Prevenção e sintomas do câncer de próstata

Uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais ajuda a diminuir o risco do câncer. Especialistas recomendam pelo menos 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

Os sintomas mais comuns do tumor são a dificuldade de urinar, frequência urinária alterada ou diminuição da força do jato da urina. Quem tem histórico familiar da doença deve avisar o médico, que indicará os exames necessários.

Tratamento

Caso a doença seja comprovada, o médico pode indicar radioterapia, cirurgia ou até tratamento hormonal. Para doença metastática (quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento escolhido é a terapia hormonal.

A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.

Fonte: Ministério da Saúde, Oncoguia.org e INCA

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Novembro Azul: agora é a vez deles... Porque o homem também precisa se cuidar!

Atenção homens! Façam os exames regulares de prevenção ao câncer de próstata. A prevenção é sempre o melhor remédio.

Campanha de prevenção ao câncer de próstata. A Entrefarma Farmácia Solução apoia essa causa

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Outubro Rosa: saiba mais sobre o câncer de mama


O câncer de mama é tipo o mais comum entre as mulheres, depois do de pele não melanoma. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama responde por cerca de 25% dos novos casos registrados anualmente da doença. Pesquisa divulgada pelo Inca para o biênio 2016-2017 aponta a ocorrência de 57.960 mil casos novos de câncer de mama no país em 2016.

Apesar dos números, o câncer de mama é um tumor curável, em até 98% dos casos, se detectado na fase inicial. Se a doença é descoberta no início, reduz-se significativamente a necessidade da mastectomia (retirada dos seios).

Somente o exame de mamografia pode mudar a curva da doença. Uma das barreiras para a detecção precoce do câncer de mama é o medo. Muitas mulheres têm receio do exame e demoram a procurar orientação médica para realização da mamografia. Se houver demora no diagnóstico, há perigo de ocorrer metástase, situação em que células cancerosas migram para outros órgãos (fígado, pulmão, osso).

A presença do nódulo na mama sempre deve ser investigada. O ideal é prevenir, fazendo o exame de mamografia para detectar lesões não palpáveis em estado inicial. Outros sintomas são: abaulamento em uma área da mama, vermelhidão, pele com aparência semelhante à da casca da laranja, secreção com sangue ou do tipo aquosa que sai espontaneamente pelo mamilo, presença de gânglio endurecido na região da axila.

No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres entre 45 e 69 anos, ou antes disso caso haja histórico familiar de câncer de mama ou a indicação do profissional de saúde. O exame deve ser feito anualmente, segundo especialistas.

Pesquisas científicas mostram que o desenvolvimento de até 13 tipos tumores está relacionado ao comportamento. Com a adoção de medidas simples é possível reduzir a incidência do câncer de mama. Confira algumas dicas importantes que a Fundação do Câncer preparou para a campanha mundial Outubro Rosa e saiba mais sobre o câncer de mama:

Procure um profissional de saúde

O autoexame é uma maneira importante de a mulher conhecer o próprio corpo e perceber possíveis alterações. Porém, muitas vezes o tumor não consegue ser percebido apenas por meio do toque. Especialmente na fase inicial, quando o nódulo tem tamanho muito reduzido e, consequentemente, a chance de cura é maior é imprescindível a realização da mamografia para detecção da doença. Por isso, a premissa básica é: fazer acompanhamento regular com um especialista. Ele irá avaliar clinicamente a paciente e prescrever de acordo com o seu perfil e necessidades.

Pratique atividade física

A prática de atividade física diminui em cerca de 1/3 os riscos de desenvolver câncer de mama. Pratique 30 minutos de exercício aeróbico, pelo menos três vezes na semana, ou de acordo com as suas necessidades. Procure um profissional da área para pedir orientação na escolha da atividade física e acompanhamento para ter uma prática mais adequada.

Controle a alimentação

Uma dieta equilibrada evita o sobrepeso e melhora a qualidade de vida. Alimentos industrializados, enlatados e conservados contêm agentes cancerígenos na composição e devem ser evitados. É o caso das carnes processadas, defumadas, curadas ou salgadas e embutidos, como salsicha, linguiça, mortadela e salame. Dê prioridade aos vegetais e coma pelo menos cinco porções ao dia de frutas, legumes e verduras. São alimentos ricos em vitaminas essenciais, sais minerais e fibras, além de substâncias antioxidantes que protegem contra a maioria dos tipos de câncer.

Não fume

O cigarro contém cerca de 4.720 substâncias tóxicas, que levam a uma série de doenças, entre elas, o câncer. O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Quase 5 milhões de pessoas (mais de 10 mil por dia), morrem todos os anos em decorrência do cigarro. Estima-se que 30% de todos os casos de câncer são devido ao tabagismo. Por isso, não fume e proteja-se da fumaça do cigarro. Deixar de fumar é uma das decisões mais importantes na vida de um fumante e para quem convive com quem fuma.

Não consuma álcool em excesso

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o alcoolismo causa entre 2% e 4% das mortes por câncer. O excesso de álcool é um dos fatores de risco para o desenvolvimento de diversos tumores, incluindo o de mama, principalmente se o uso for combinado com o tabaco. Além do câncer, o consumo de álcool está associado a mais de 200 tipos de doenças, entre cardiovasculares, mentais e hepáticas. Reduzir a frequência do consumo pode diminuir as chances de desenvolver a doença, mas a escolha mais saudável é não beber ou evitar ao máximo a ingestão de bebidas alcoólicas.

Fonte: cancer.org, com informações do Instituto AC Camargo