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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

3 atitudes contra o câncer de próstata



Você já ouviu a expressão “um homem prevenido vale por dois”? Certas atitudes podem ser decisivas para não sofrer com o tumor de próstata, que afeta quase 70 mil brasileiros todo ano. Homem que é homem precisa conhecê-las!

1) Perder (ou manter) o peso 

Como os quilos a mais já foram associados pela Organização Mundial da Saúdea diversos tipos de câncer, estudiosos passaram a cogitar a hipótese de o excesso de peso também estar por trás de tumores na próstata. Pesquisadores de dois hospitais de Pequim, na China, constataram, num estudo com 3,5 milhões de pessoas, que o índice de massa corporal ajuda a prever o grau de mortalidade do problema. Quanto mais gordurinhas, maior será o risco de tumor ser mais agressivo.

2) Dormir direito 

A melatonina é o hormônio que regula nosso relógio biológico – ela é produzida em larga escala à noite, principalmente quando estamos no escuro e com a cabeça no travesseiro. A carência dessa molécula desequilibra o corpo inteiro. Num trabalho realizado por universidades da Islândia e dos Estados Unidos, os cientistas estabeleceram uma relação entre a falta de melatonina e tumores graves na próstata.

3) Vencer o medo do urologista 

Metade dos marmanjos do nosso país nunca visitou esse médico, de acordo com um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia. A entidade recomenda que os exames preventivos contra o câncer de próstata comecem aos 45 anos para negros ou sujeitos com histórico familiar e aos 50 para os demais.

Fonte: saude.abril.com.br

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

10 dicas genéricas para uma vida mais saudável!

Mais disposição e saúde no dia a dia.


10 dicas para uma vida mais saudável
















1 - Evite refrigerantes e atenção aos sucos prontos. O consumo de refrigerantes normais está relacionado a diabetes e obesidade, enquanto o de não adoçados (como light, diet e zero) causa piora do funcionamento dos rins. Já a frutose proveniente das frutas e que adoça os sucos prontos, quando consumida em excesso pode provocar aumento da pressão arteria

2 - Distribua melhor as refeições ao longo do dia. Tente se alimentar a cada três horas para evitar redução do metabolismo e sobrecarga em determinadas refeições (principalmente à noite). Além disso, evite que o corpo entre na chamada "reserva de energia", que é quando o organismo entende que, pelo jejum prolongado, precisa armazenar calorias, dificultando a perda de peso.

3 - Aumente o consumo de líquido ao longo do dia, preferencialmente água. A ingestão contínua de líquidos mantém o metabolismo em constante movimento, assim como a atividade das células corporais e o funcionamento do intestino. Não espere a sede. Se ela chegar, é sinal de que o corpo já está desidratado.

4 - Prefira alimentos integrais em substituição aos carboidratos refinados. Os integrais levam mais tempo para serem digeridos, promovendo maior tempo de saciedade e melhor funcionamento do intestino.

5 - Não consuma alimentos muito calóricos no jantar, isso pode prejudicar o sono. Além disso, como o metabolismo fica mais lento à noite, o gasto de calorias nesse período será menor, podendo gerar ganho de peso.

6 - Pratique atividades físicas, elas são fundamentais para promover condicionamento, aumentar a longevidade e diminuir o estresse. Para quem tem mais de 35 anos, exercícios físicos ajudam a manter a massa muscular. A prática é importante porque parte do metabolismo depende da massa muscular.

7 - Só consuma medicamentos sob orientação médica. Sem o acompanhamento profissional, as pessoas tendem a tomar medicação em excesso ou a deixar de tomar medicamentos que realmente precisam.

8 - Durma bem. Para um sono mais tranquilo, evite: refeições pesadas à noite, cafeína depois das 17 horas e exercícios físicos extenuantes no período noturno.

9 - Tenha um hobbie ou faça atividades de que goste bastante, saindo da rotina. É uma ótima maneira de escapar do círculo de pensamentos preocupantes e de manter a motivação.

10 - Procure informação e ajuda para parar de fumar ou de consumir álcool em excesso. O cigarro é fator de risco para inúmeras doenças e sobrecarrega muito o aparelho pulmonar e o sistema circulatório. Já o álcool, além de trazer problemas comportamentais, é bastante nocivo ao fígado e ao pâncreas, que são fundamentais para o nosso metabolismo.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Outubro Rosa. Diga NÃO ao câncer de mama!

Tudo o que você precisa saber para prevenir, diagnosticar e tratar o câncer de mama.


Descoberto em estágio inicial, o câncer de mama tem cura quase certa – o sucesso do tratamento chega a 90% . Entenda o por que a prevenção é fundamental na luta contra a doença

Outubro rosa revista CLAUDIA
Reprodução / Revista CLAUDIA 

Há anos 24 anos, o mês de outubro é marcado por ações de conscientização da prevenção do câncer de mama pelo diagnóstico precoce em todo mundo. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, a doença afeta 1 em cada 15 mulheres brasileiras. A notícia é boa: os avanços no diagnóstico e tratamento do câncer de mama elevaram as chances de cura para 90% quando descoberto no início. O problema: no Brasil, a mortalidade continua alta porque 30% dos casos são diagnosticados em estágios mais avançados, quando o índice de cura é baixo. Além disso, há cerca de 12 mil mortes de mulheres todos os anos no pai?s em decorrência da doença - o equivalente a 2,5% das mortes femininas no Brasil. O principal método de diagnóstico precoce ainda é a mamografia, radiografia das mamas (o que reforça a importância de sempre fazer o exame anualmente). Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), para o ano de 2015, a estimativa é que mais de 57 mil novos casos de câncer de mama sejam descobertos no nosso país, o que corresponde a 156 casos novos a cada dia. Mundialmente, este e? o segundo tipo mais frequente de tumor entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano.

Confira abaixo um guia (preparado com muito carinho) com tudo o que você precisa saber para prevenir, diagnosticar e tratar a doença.

Entenda o movimento


A campanha Outubro Rosa nasceu em Nova York em 1991, com uma corrida pela cura do câncer de mama. Aos poucos, a ideia ganhou o país e vários estados passaram a promover ações isoladas referente a mamografia no mês de outubro. Com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. Com o passar dos anos, a popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo inteiro. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. A primeira iniciativa vista no Brasil foi em 2002, com a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo.


A prevenção


Sem dúvidas, a detecção precoce salva vidas. O ideal é identificar o tumor quando ele ainda não é palpável, o que aumenta a chance de cura. Outras vantagens de detectar o câncer logo cedo é fazer uma cirurgia e um tratamento menos agressivos - ou seja, pode não ser necessário retirar a mama ou até fazer quimioterapia.

Exame clínico


A partir da primeira menstruação, as mulheres devem visitar o médico ginecologista pelo menos uma vez por ano. Ele passará orientações a respeito dos exames ginecológicos necessários de acordo com a idade, histórico familiar ou sintomas. Durante a consulta, ele realizará exames clínicos nas mamas e axilas para checar se há algum caroço ou alteração na pele que possa indicar algum problema.

Mamografia

A mamografia nada mais é do que um Raio-X das mamas, com uma radiação baixa que não causa efeito colateral algum quando realizado na periodicidade e faixa etária adequada. O câncer de mama atinge principalmente mulheres entre 50 e 60 anos. Ainda assim, a recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia, da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e do Colégio Brasileiro de Radiologia, é de que a mamografia seja realizada uma vez por ano a partir dos 40 anos. "A partir dessa faixa etária e, principalmente, depois dos 50 é quando há mais risco de desenvolver a doença", explica o médico Afonso Nazário, chefe da disciplina de mastologista da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Segundo o presidente da SBM, Dr. Ruffo de Freitas Junior, muitas mulheres têm medo de fazê-lo por medo da dor ou de encontrar um câncer. Isso deve ser desmistificado! "A mulher precisa ser estimulada para essa rotina", ele afirma. Quem está no grupo de alto risco (que tem casos de câncer de mama na família) precisa começar dez anos antes da idade em que o tumor se manifestou na parente próxima. A mamografia é recomendada em qualquer idade diante de sintomas como aparecimento de caroço ou área endurecida no seio ou na axila (diferente do que pode ser de costume no período pré-menstrual), regia?o mais quente, inchada ou escura na mama; dor contínua em alguma parte da mama, mudança no formato ou no tamanho da mama, vermelhidão, coceira ou descamação do mamilo; secreção que inicia de repente no mamilo; inversão do mamilo (quando o bico se volta para dentro, ao contrário do que era antes); surgimento de nodulação ou caroc?o anormal; enrugamento da pele.

De acordo com Sociedade Brasileira de Mastologia, hoje, há mamógrafos suficientes no país, no entanto eles são mal distribuídos - a maioria está nas grandes cidades e capitais, deixando boa parte da população do interior e de pequenas cidades descoberta, com impossibilidade de fazer o exame de maneira rápida. Dados recentes mostram que a mortalidade por câncer de mama está aumentando no interior de vários estados, diferentemente das capitais. Em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife a mortalidade começa a cair. Já no interior, há falta de mamógrafos e de estrutura. A Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o maior número de mamografias foi realizado por mulheres brancas (66,2%) e com superior completo (80,9%). Já as mulheres negras (54,2%), pardas (52,9%), e com fundamental incompleto (50,9%) foram as que menos fizeram. A Região Norte registrou a menor proporção de mulheres que haviam feito o exame (38,7%), seguida das regiões Nordeste (47,9%), Centro-Oeste (55,6%), Sul (64,5%) e Sudeste (67,9%).

Autoexame


As mulheres podem, em casa, fazer o autoexame com cuidado, preferencialmente uma vez por mês, sempre a partir do final da menstruação ou, na menopausa, em um dia específico do mês. É importante que as mulheres estejam atentas ao seu corpo e ao sinal de qualquer tipo de alteração, sendo então importante comunicar ao médico. Lembre-se:o autoconhecimento não substitui o exame clínico realizado pelo médico ou a mamografia. Tumores em estágio inicial não costumam apresentar sintomas. Mais: eles só se tornam sensíveis ao toque numa fase posterior. Então, repita conosco: só o autoexame não basta!

Como fazer:

Diante do espelho, em pé e com os braços soltos ao longo do corpo, observe o bico dos seios e a aréola. Veja se há retração ou mudança na cor da pele, da superfície ou do contorno da mama.
Levante os braços acima da cabeça e observe se há retração na pele da mama ou do mamilo.
Deitada, coloque um travesseiro sob o ombro direito, ponha o braço direito atrás da cabeça e, com a mão esquerda, apalpe a mama direita.
Em movimentos circulares suaves, aperte toda a mama com a ponta dos três dedos médios juntos, sem tirá-los da pele, para sentir se há nódulos ou endurecimentos. O movimento da mão deve ser leve e de cima para baixo. Revise também embaixo das axilas.
Repita os movimentos apalpando a mama esquerda com a mão direita. O autoexame pode ser feito durante o banho, com as mãos ensaboadas. Sentiu algo errado. E agora? Se você percebeu um nódulo, é hora de calma e prudência. Ligue para o médico e marque sua consulta para poder fazer a mamografia.

Câncer de mama em números




Instituto Avon
Hábitos Saudáveis

É comprovado: dieta saudável e atividades físicas podem evitar 28% dos casos de câncer de mama. Com algumas dicas simples, você pode mudar sua rotina. Veja só:
Cerca de 30 minutos diários de caminhada, por exemplo, ajudam a manter o corpo ativo.
Seguir uma dieta balanceada, rica em vitamina A (Caroteno ou Retinol) com pouca gordura, muitas frutas e legumes só traz benefício para as mulheres.
A vitamina A é responsável pela defesa imunológica do organismo e atua na proteção contra doenças infecciosas. É encontrada naturalmente em diversos alimentos, como frutas, verduras e fígado. Frutas: melão, damasco, papaia, manga. Vegetais: cenoura, brócolis, batata-doce, couve, espinafre, abóbora, ervilha, beterraba. Outras fontes de vitamina A: fígado (maior fonte), manteiga e ovos.
O controle de peso, principalmente após a menopausa, é aliado para evitar o câncer de mama.
Evitar álcool e cigarro. O consumo de dois cálices de bebidas alcoólicas ao dia aumenta o risco relativo do câncer.

Quando o câncer é detectado


O tratamento adequado é parte fundamental das ações de controle da doença. Atraso superior a três meses entre o diagnóstico e o início do tratamento podem comprometer a vida da paciente. Habitualmente, o tratamento envolve quimioterapia (hormonioterapia) e radioterapia, além da cirurgia. O tipo de tratamento é decidido pelo mastologista baseado no grau de evolução da doenc?a. Quando o tumor é pequeno, normalmente preserva-se parte da mama (quadrantectomia), complementando o tratamento cirúrgico com radioterapia. Quando a mulher já apresenta os linfonodos com câncer (metástase), além do tratamento cirúrgico (radioterápico), adiciona-se a quimioterapia.

O apoio de um nutricionista é importante, já que a alimentação adequada auxilia o organismo a suportar o tratamento. Além disso, é recomendado que a paciente visite o dentista antes de começar a quimioterapia, pois a saúde bucal é fundamental para na?o ter complicações com a quimioterapia, que pode diminuir as defesas do corpo. Fazer exercícios físicos e mentais, como caminhar, ler livros e ver bons filmes, também podem ajudar muito - todos esses itens estimulam o sistema imunológico.

Durante todas as etapas, a paciente deve ter apoio de um psicólogo, de um psico-oncologista ou até mesmo grupos de ajuda sobre a doença. As redes femininas de combate ao câncer de mama e associadas FEMAMA (Federação Brasileira de Instituições Filantópicas de apoio a Saúde da Mama) que estão presentes em muitos municípios brasileiros oferecem estes serviços.
Um pós mais tranquilo

Tórax mutilado, braços inchados, muito sofrimento: assim era a realidade das mulheres submetidas a cirurgias de remoção do câncer de mama até uma geração atrás. Com a detecção precoce, as cirurgias tornaram-se menores, atendo-se muitas vezes a apenas um quadrante.
Reconstrução mamária

As pacientes com câncer de mama que tiveram a mama retirada total ou parcialmente por conta do tratamento têm direito, amparado por Lei, de realizar cirurgia plástica reparadora. De acordo com a advogada Gabriella Guerra, especialista em Direito à Saúde, isso se aplica tanto a atendimentos públicos quanto privados. "Caso existam condições técnicas e clínicas, a cirurgia deverá ocorrer no mesmo ato cirúrgico da mastectomia (retirada da mama)", a profissional explica. Entretanto, embora a reconstrução mamária tenha aumentado no período de 2008 a 2014, de 15% para 29,2%, cerca de 7,6 mil mulheres tratadas pelo SUS em 2014 não puderam ser beneficiadas pela lei.

Conhecido como Casa da Mama, o ambulatório de Mastologia do Hospital São Paulo, voltado para o atendimento de pacientes com câncer de mama iniciou, em maio deste ano, um trabalho que busca devolver a autoestima a pacientes que passaram pelo processo de tratamento do câncer e de reconstrução da mama: o Projeto Cereja. "Ele consiste na reconstrução da aréola da paciente por meio da tatuagem, uma medida que faz com que a mulher reconheça novamente sua mama, desenvolvendo sua confiança após um procedimento tão delicado. Como essa é a última etapa do processo, literalmente é a cereja do bolo", afirma Simone Elias, Coordenadora do ambulatório.
Direitos

Além da Lei nº 12.802, que estabelece a reconstrução mamária como procedimento obrigatório no mesmo ato no qual foram retiradas as mamas, as pacientes têm outros direitos assegurados pelas nossas leis, como:

Amparo assistencial ao idoso e ao deficiente (LOAS - Lei Orgânica de Assistência Social): o benefício também se aplica à mulher que teve a mama retirada parcial ou integralmente e que esteja incapacitada de trabalhar. Para isso, é preciso atender a algumas exigências. "O critério fundamental é de que a renda familiar seja inferior a um quarto do salário mínimo", advogada Gabriella Guerra.
Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença: as mulheres que sofrem com o câncer de mama e estão inscritas no Regime Geral de Previdência Social (INSS), independentemente do pagamento de 12 contribuições, têm direito à aposentadoria por invalidez. O benefício, no entanto, é concedido à paciente desde que "sua incapacidade para o trabalho seja considerada definitiva pela perícia médica do INSS". Para aquelas que são consideradas temporariamente incapazes para o trabalho por conta do câncer, é possível recorrer ao auxílio-doença. Neste caso, também é preciso estar inscrita no INSS. O benefício mensal é concedido quando ela fica impossibilitada de trabalhar por mais de 15 dias consecutivos.

FGTS: os pacientes com câncer têm direito é o de sacar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Isenção de impostos: os portadores de câncer também têm direito a algumas isenções de impostos. Estão isentos, por exemplo, do imposto de renda relativo aos rendimentos de aposentadoria, reforma e pensão, inclusive as complementações. 

PIS: os portadores de câncer e seus dependentes têm direito assegurado de realizar saque do PIS, na Caixa Econômica Federal (CEF). O direito garante o recebimento do saldo total de quotas e rendimentos. Quitação do financiamento da casa própria.

Transporte coletivo gratuito: o direito dos pacientes com câncer ao transporte coletivo gratuito está restrito a alguns municípios. Para ter mais informações, basta acessar o site do Inca (Instituto Nacional do Câncer).
Futuro

A expectativa é que a doença seja controlada no futuro. Para isso, as maiores apostas devem ser o tratamento personalizado e a vacina. A primeira, já mostrou resultados. Testes capazes de determinar o risco de recidiva da doença foram desenvolvidos nos anos 2000. A partir de tal análise, o médico consegue determinar o tipo de tratamento mais adequado para cada paciente. Os testes mais conhecidos são o MammaPrint, que avalia setenta genes do tumor, e o Oncotype, com 21 genes. Já as vacinas estão sendo estudadas e devem estimular o sistema imunológico a destruir uma proteína encontrada na maior parte dos nódulos malignos dos seios. Também há drogas modernas para combater o problema. Da atual safra de fármacos, o primeiro é o trastuzumabe, que ataca uma substância encontrada numa das formas mais agressivas do tumor de mama. Nos demais medicamentos em teste, a resposta ainda está abaixo do esperado. Grupos de estudiosos também investem na investigação de novas possibilidades de detecção. Uma equipe da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, está desenvolvendo um exame para identificar na urina indícios da doença. Mas, enquanto isso, o maior aliado da ciência ainda é o diagnóstico precoce.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/claudia/outubro-rosa-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-prevenir-diagnosticar-e-tratar-o-cancer-de-mama

terça-feira, 29 de setembro de 2015

O que você precisa saber sobre a esclerose múltipla.

Muito se tem discutido ultimamente sobre esclerose múltipla devido às recentes notícias envolvendo a atriz Claudia Rodrigues, que fez um desabafo emocionado em entrevista ao programa "Domingo Espetacular", da Record.
"Comecei a gravar e dizia: pera aí, pera aí, só um minuto. E a direção me chamou e disse: "O que está acontecendo?", revelou Cláudia. O desespero acabou levando a atriz a pensar em suicídio. "Pensei em até tirar a minha vida, como meu irmão tirou. Pensei", contou. 
Cláudia Rodrigues pratica exercícios funcionais na praia do Leblon, na terça (22)
Daniel Delmiro/AGNews
Cláudia Rodrigues pratica exercícios funcionais na praia do Leblon, na terça (22)


Um entendimento correto a respeito da esclerose múltipla ajuda a derrubar preconceitos e promove uma saudável discussão na sociedade, ajudando na obtenção de diagnósticos mais precoces e tratamentos mais eficientes. Se não sabemos nem do que se trata, como então desconfiar que algo está errado e que há tratamento disponível?
O que é?
A Esclerose Múltipla é uma doença neurológica, que se manifesta devido a danos em uma estrutura chamada mielina. A mielina é como se fosse um “isolante” do cérebro, da medula e dos nervos, pois ele propicia que as informações sejam transmitidas com clareza, precisão e rapidez.
Ataque à mielina
Por algum mecanismo ainda desconhecido, mas com forte participação do sistema imunológico, as células de defesa do nosso próprio organismo começam a atacar a mielina e danificá-la. O processo de reparação natural do nosso corpo leva à formação de uma cicatriz (também chamada de esclerose, daí o nome da doença). Esta cicatriz não possui as mesmas propriedades da mielina e portanto não confere o isolamento necessário aos axônios dos neurônios (espécie de fios condutores das informações), levando a transmissão de informações distorcidas ou com muita lentidão. Algumas vezes o dano é tão grande que a informação nem sequer é transmitida.
Apesar de não ser uma doença puramente genética, a ciência mostra que existem indivíduos geneticamente predispostos a desenvolver os sintomas. Uma série de fatores ambientais (alguns dizem que fatores infecciosos também influenciam) agem como 'gatilho', que desencadeiam a resposta imunológica alterada e o aparecimento dos sintomas"
O problema
E que informações são estas? Praticamente tudo que nos permite interagir com o mundo ao nosso redor: informações sensitivas (se um objeto está quente ou frio, áspero ou liso, macio ou duro, etc), informações motoras (o comando que o cérebro envia para que os braços ou as pernas se movam, por exemplo, é transmitido por essas vias) e informações visuais (após a imagem ser capturada pelos olhos, é transmitida para ser interpretada pelo cérebro pelos nervos ópticos).
Mulheres brancas
A ciência nos indica também que a chance de desenvolver esclerose múltipla é maior em mulheres e em indivíduos caucasianos (com biótipo europeu).

Tontura é um dos sintomas mais comuns
Tontura é um dos sintomas mais comuns

Sintomas comuns
Os sintomas da esclerose múltipla são diversos, como o próprio nome sugere. Os mais comuns são fadiga, dormência na face ou nos membros, dificuldades para caminhar, vertigem e tontura, visão turva, fraqueza (perda de força muscular localizada) e depressão.
São sintomas muito comuns e somente algumas características muito específicas de cada um deles pode levar seu médico a desconfiar de esclerose múltipla.
A fadiga, tontura e outros sintomas são muito frequentes em nossa população, o que não quer dizer, necessariamente, que se suspeite de acometimento pela doença.
A esclerose múltipla é uma doença rara (cerca de 0.1%), sendo muito menos frequente do que outras causas para fadiga, tontura, etc.
O diagnóstico de esclerose múltipla é feito através da história clínica, das alterações presentes no exame neurológico e de exames complementares como a ressonância magnética, o exame de liquor e de potenciais evocados.
Tratamento
Existem várias formas de tratamento com bons resultados. Usualmente os sintomas melhoram bastante e são utilizados remédios na fase aguda da doença, para impedir maiores danos e recuperar as funções perdidas durante a crise, e outros na chamada fase de manutenção, que tem como objetivo diminuir a chance de uma nova crise.
Além do tratamento medicamentoso, é fundamental o acompanhamento com fisioterapia (para acelerar a recuperação dos déficits) e psicologia (para apoio durante o curso da doença e elaboração da melhor forma de lidar com possíveis limitações).

Dr Paulo Porto de Melo
Arquivo pessoal
Dr Paulo Porto de Melo

*Dr Paulo Porto de Melo é neurocirurgião formado pela UNIFESP, especialista em Neurocirurgia pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e colaborador do Departamento de Neurocirurgia da Universidade de Saint-Louis (EUA).

Fonte:http://saude.ig.com.br/minhasaude/2015-09-24/saiba-se-voce-tem-esclerose-multipla-e-como-tratar-a-doenca.html

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Desvendando os mistérios da estação mais seca e fria do ano.

Frio engorda? O desejo sexual diminui no inverno? Veja os prós e os contras da estação para a sua saúde e beleza. Saiba mais.

Nos dias frios é normal sentir mais fome.
Fonte: http://gnt.globo.com/bem-estar

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Algumas medidas importantes para enfrentar o clima seco do inverno.

Baixa umidade do ar favorece crises de problemas respiratórios.

Para além dos problemas respiratórios, o tempo seco pode causar dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz, garganta e pele. A garganta pode ficar seca, a voz rouca, inclusive com possibilidade de inflamação na faringe. Por isso, alguns cuidados são fundamentais para atravessar o clima seco com a saúde em plena forma. Basta seguir alguns cuidados simples que deixam o corpo livre dessas reações incômodas. Veja aqui o que você deve fazer.

Beber bastante líquido durante o inverno é fundamental para uma boa hidratação.
Fonte: www.minhavida.com.br